ANSA

Promovendo a justiça e a solidaridade no Araguaia
Junho
27
2019

Hace unos 20 años, Don Pedro Casaldáliga celebró una misa el día de finados en uno de los cementerios de São Félix del Araguaia, en Mato Grosso. Al final, en presencia del pueblo y agentes pastorales, dijo: "Quiero que todos ustedes escuchen muy bien, porque voy a deciros algo muy serio: aquí es donde quiero ser enterrado". El "aquí" era lo que el pueblo de la región llama "Cementerio Karajá", donde fueron enterrados muchos indígenas y otros tantos trabajadores rurales ("peones") que venían de muchas partes y eran explotados en las haciendas de ganado.

Junho
18
2019

O Pedro sempre sentiu intensamente a pequena cidade de Serra Nova.

O conflito de mais de 40 anos com a Fazenda Bordom esteve sempre presente. Sempre na lembrança. Inclusive depois que o Pedro não pode ir mais visitar a comunidade de lá, o seu pensamento sempre está com as famílias da Bordom.

Depois de terem tentado assassinar ele e da violência que os latifundiários da Bordom impuseram ao povo do Araguaia, a sua desapropriação total em 2009 se traduziu em uma alegria imensa para o Pedro.

Junho
17
2019

Depois de três dias intensos, com muitas atividades e com mais de 1.500 visitantes, fechamos a VIIª edição da Mostra SOcioambiental do Araguaia.

Como todos os anos, gostamos de fazer uma pequena reflexão sobre o que temos aprendido.

No final das contas, a Mostra é o maior evento do Araguaia, depois da poderosa feira do agronegócio de Confresa, claro…rsrs.

Junho
10
2019

Pedro Casaldáliga es una figura global. Reconocido en todo el mundo por su compromiso, su radical coherencia y su lucha a favor de los campesinos sin tierra, los Pueblos Indígenas y aquellos que más sufren.

Es nuestra inspiración y nuestra luz.

Él, junto a la Hermana Irene y un grupo de laicos, fundaron nuestra organización en 1974: La Asociación ANSA.

Junho
2
2019

Desde a Catalunha, nós, da Associação Araguaia com o Bispo Casaldáliga, estamos vivendo com preocupação a atual situação política no Brasil. A extrema direita governa o país desde o mês de janeiro e o discurso de ódio aos grupos minoritários; em favor da posse e uso de armas; contrários à liberdade dos povos indígenas; negacionistas da mudanças climática; contra a dignidade da mulher e dos coletivos LGBTI, etc. estão começando a se concretizar em declarações institucionais, políticas e leis que só promovem o enfrentamento, a exclusão, a pobreza, o racismo e a falta de liberdades.

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